domingo, 28 de junho de 2020

Dificuldade para gerenciar seus e-mails? Veja algumas dicas úteis!

Se você, como eu, tem dificuldade em gerenciar seus e-mails, assista aos vídeos abaixo que apresentam dicas muito práticas e úteis para ajudar a organizar essa rotina das correspondências eletrônicas.

Mas assistir apenas não basta. É preciso colocar em prática!

Então, muita atenção, lápis e papel à mão (ou um word em branco) para anotar o que você vai fazer a partir de agora para uma gestão mais organizada dos seus e-mails.


✅8 Dicas para o melhor uso do e-mail


Texto enormes, envio para uma galera, respostas sem solução? O que fazer e o que não fazer para melhorar o uso do e-mail e ter uma melhor gestão do tempo (e da felicidade no trabalho!)


Vânia Ferrari - Pensamentos transformadores



✅Como organizar e-mails | Como organizo a minha rotina de e-mails 


Neste vídeo, conto como eu organizo a minha rotina de e-mails, com o intuito de inspirar você a organizar a sua!


Thais Godinho - Vida organizada



✅Como Gerenciar os seus E-mails


Você se sente perdido no meio de tantos e-mails na sua caixa de entrada? Então assista ao vídeo que eu comento um dos piores comportamentos que as pessoas têm com relação a e-mails e dou algumas dicas para você gerenciar melhor as mensagens.


Christian Barbosa



✅5 Dicas de Email 

- Como utilizar o email de forma produtiva

- Quais os problemas com o email no dia a dia

- Quanto tempo gastamos com email

- Como diminuir o tempo que gasto com emails diariamente

- Produtividade com email

- Pesquisa sobre emails

Christian Barbosa

https://www.youtube.com/watch?v=nsCe6a6z4mU

✅Como gerir e-mails de forma eficiente

Qual foi a última vez que você viu sua caixa de e-mails zerada? Gerir as dezenas de mensagens que chegam todos os dias é um dos grandes desafios dos empreendedores. E, acredite, você gasta mais tempo com eles do que deveria. No terceiro episódio desta websérie, Antonio Carlos Soares, Empreendedor Endeavor e cofundador da Runrun.it, dá algumas dicas para reduzir o volume de e-mails que estão tomando a capacidade produtiva do seu time.

Endeavor Brasil




Veja também estas dicas para gerenciar seus e-mails


Como gerenciar melhor seu email? 3 dicas de uma guru




Gestão de e-mail: 8 dicas para o seu sucesso




Vídeos que valem a pena assistir!


✅Entrevista com o maestro e pianista João Carlos Martins

(a partir dos 48 minutos)
Transmitido ao vivo em 29 de maio de 2020


Entrevista de muita emoção. Um pouco da história de superação do maestro João Carlos Martins. Seu quase suicídio, cirurgias, reabilitação e muita determinação e disciplina. Após 22 anos, voltou a tocar piano com os dez dedos, usando luvas biônicas especialmente desenvolvidas por um fã.

Na quarentena, o maestro está estudando 7 horas de piano por dia, começando às 7 horas da manhã.

😍"... tinha que mostrar que uma pessoa com 80 anos de idade pode ter esperança na vida, ideais, planejamento."

"A música explica que Deus existe."


Eu influencio o todo e o todo me influencia - Como Construir Espaços mais Positivos


Izabela Mioto - Mestre em Psicologia, Coach, Palestrante e Professora da Fundação Dom Cabral



"Quanto mais eu estudo mais eu tenho a clareza de que eu preciso continuar me desenvolvendo cada vez mais porque a vida é um processo evolutivo. Não há nada mais importante hoje que o autoconhecimento."






domingo, 6 de janeiro de 2013

Vou ter mais tempo

Em 2013, vou...

Ter mais tempo


Consultoria: Thais Alves, personal de comunicação e imagem

Thais Alves ensina como podemos gerenciar melhor o nosso tempo. Apresentadora do programa “Soluções Criativas” e “Tudo é Comunicação” na Jovem Pan Online, Thais Alves atua como personal trainer de comunicação e imagem. Autora de cinco livros relacionados ao assunto, incluindo “A Arte da Comunicação” e “A construção da marca pessoal”, no momento, se prepara para lançar uma nova série. “A falta de tempo é uma das desculpas mais comuns para adiarmos atividades. É preciso dinamizar as tarefas”, enfatiza.

FAÇA AO PERCEBER: Se você notar que algo está fora do lugar ou que há alguma pendência para ser resolvida, faça ao perceber. Não adie algo que possa ser feito agora.

CRONOGRAMA: Programe o mês com a ajuda de uma agenda, mural ou caderno de anotações. Não comece um dia sem saber quais são os compromissos imutáveis, como aulas e reuniões. Porém, esteja aberto aos imprevistos.

CONCLUA AS ATIVIDADES: Não finalize sua semana com pendências. Envie e-mails breves e faça ligações curtas, mas não deixe as pessoas sem resposta.

PONTUALIDADE: Atrasos dão a sensação de que o dia não rendeu. Lembre-se que o tempo é um bem precioso!

APROVEITE O TEMPO: Procure alternativas para usar melhor o tempo que separa sua residência do local de trabalho. Leia um livro, ouça uma música ou faça parte do trajeto a pé. Reflita durante o caminho sobre o seu dia ou aproveite para conhecer melhor a cidade em que vive.

REDES SOCIAIS: Troque as quatro horas que você fica conectado por uma única hora nas redes sociais, duas no cinema e mais uma de caminhada. O mundo virtual pode se tornar um ladrão de tempo. Use-o com qualidade.

Fonte: Almanaque Saraiva - Dezembro de 2012

terça-feira, 30 de outubro de 2012

A reconciliação consigo mesmo

Reconciliar-se consigo mesmo é certamente a tarefa mais difícil. Vivemos quase sempre em luta com nossas próprias aspirações. Nós não podemos nos perdoar quando cometemos um erro que arranhe a nossa imagem exterior. Não podemos aceitar nossa história de vida. Nos rebelamos contra a educação que tivemos, por termos nascido em um dado momento da história mundial, por não podermos realizar nossos sonhos e por termos sido tão profundamente feridos quando crianças, que nosso desenvolvimento tenha sido impedido. Algumas pessoas passam toda a vida queixando-se e rebelando-se contra seu destino. Queixam-se até o fim de suas vidas de que seus pais não lhes teriam dado o amor de que necessitavam. Queixam-se da sociedade, que não lhes teria dado a chance que esperavam dela. Os culpados de sua miséria são sempre os outros. Sentem-se a vida inteira como vítimas. Com isto encontram uma desculpa para sua negação da vida. Recusam-se a reconciliar-se com sua história de vida e, ao mesmo tempo, negam-se a assumir a responsabilidade pela própria vida. E, por não assumirem nenhuma responsabilidade, também não estão preparados a assumir seu papel na sociedade. Permanecem constantemente sentados no banco das testemunhas de acusação. A culpa é sempre dos outros: do governo, do prefeito, das autoridades, da sociedade, da Igreja, da família. Por fim, com seus constantes protestos e queixas acabam por rejeitar a própria vida. Estas pessoas não vivem realmente, veem-se como acusadores diante de um tribunal, no qual querem julgar os outros, sem colocarem-se a si mesmos diante dele. Palcal Bruckner descreveu a "vitimização" - a postura de colocar-se constantemente como vítima e a recusa a assumir responsabilidades - como uma característica da nossa sociedade. A reconciliação consigo mesmo, ou a recusa da reconciliação também tem efeitos sociais e políticos.

Reconciliar-se consigo mesmo significa, em primeiro lugar, reconciliar-se com a história de vida pessoal. Não importa a época em que nascemos, sempre existirão situações que gostaríamos de ter evitado. A geração que nasceu na época da guerra vivenciou experiências ruins. Porém, os filhos do milagre econômico queixam-se, do mesmo modo, de que sua infância foi infeliz, de que seus pais, fascinados pelo dinheiro e pelo sucesso, os teriam neglicenciado. Os filhos da geração que viveu o movimento estudantil de 1968 acusam seus pais de terem, por pura rebeldia, se recusado a crescer e a assumir suas responsabilidades como pais. Não existe o momento ideal para nascer, assim como não existem os pais ideais que gostaríamos de ter. Mesmo que os pais estejam possuídos das melhores intenções, mesmo assim, os filhos serão magoados. Já nos relacionamento como nossos irmãos, vivenciamos que um deles é preferido e que somos desfavorecidos. Por mais que os pais sejam justos em seu amor, teremos sempre a sensação de que não somos amados do mesmo modo.

Anselm Grün - livro Perdoa a ti mesmo

sábado, 22 de setembro de 2012

Aceitação e Controle


"Não é fácil aceitar plenamente a outra pessoa, por mais que a amemos. O mapa de cada um encontra pontos de desacordo, que nem sempre são resolvidos por meio da compreensão e aceitação. Pelo contrário. Aparecem resistências que são recebidas com ainda mais resistência. É melhor aceitar as diferenças do que viver em desigualdade. Mas existem aqueles que estão empenhados em fazer com que os outros sejam iguais a eles. Por isso tentam moldar os outros à sua imagem e semelhança, à custa de desconstruí-los. E, o primeiro modo para conseguir isso é fazendo-os se sentirem culpados de ser como são. O poder e o controle muitas vezes fazem com que se diminua o outro à sua mínima expressão."

do livro Viva melhor - reflexões para aqueles que se controlam demais - Xavier Guix

domingo, 25 de dezembro de 2011

O que a dança ensina

O que a dança ensina.
(Martha Medeiros)
Reclamar do tédio é fácil, difícil é levantar da cadeira para fazer alguma coisa que nunca se fez. Pois dia desses aceitei um desafio: fiz uma aula de dança de salão. Roxa de vergonha por ter que enfrentar um professor, um espelho enorme, outros alunos e meu total despreparo. Mas a graça da coisa é esta, reconhecer-se virgem. Com soberba não se aprende nada. Entrei na academia rígida feito um membro da guarda real e saí de lá praticamente uma mulata globeleza.
Exageros à parte, a dança sempre me despertou fascínio, tanto que me fez assistir ao filme que está em cartaz com o Antonio Banderas, “Vem dançar”, em que ele interpreta um professor de dança de salão que tenta resgatar a auto-estima de uma turma de alunos rebeldes. Qualquer semelhança com uma dúzia de outros filmes do gênero, inspirados no clássico “Ao mestre com carinho”, não é coincidência, é beber da fonte assumidamente.
Excetuando-se os vários momentos clichês da trama, o filme tem o mérito de esclarecer qual é a função didática, digamos assim, da dança. Na verdade, o simples prazer de dançar bastaria para justificar a prática, mas vivemos num mundo onde todos se perguntam o tempo todo “para que serve?”. Para que serve um beijo, para que serve ler, para que serve um pôr-do-sol? É a síndrome da utilidade. Pois bem, dançar tem sim uma serventia. A dança nos ensina a ter confiança, se é que alguém ainda lembra o que é isso.
Hoje ninguém confia, é verbo em desuso. Você não confia em desconhecidos e também em muitos dos seus conhecidos. Não confia que irão lhe ajudar, não confia que irão chegar na hora marcada, não confia seus segredos, não confia seu dinheiro. Dormimos com um olho fechado e o outro aberto, sempre alertas, feito escoteiros. O lobo pode estar a seu lado, vestindo a tal pele de cordeiro.
Então, de repente, o que alguém pede de você? Que diga sim. Que escute atentamente a música. Que apóie seus braços em outro corpo. Que se deixe conduzir. Que não tenha vergonha. Que libere seus movimentos. Que se entregue.

Qualquer um pode dançar sozinho. Aliás, deve. Meia hora por dia, quando ninguém estiver olhando, ocupe a sala, aumente o som e esqueça os vizinhos. Mas dançar com outra pessoa, formar um par, é um ritual que exige uma espécie diferente de sintonia. Olhos nos olhos, acerto de ritmo. Hora de confiar no que o parceiro está propondo, confiar que será possível acompanhá-lo, confiar que não se está sendo ridículo nem submisso, está-se apenas criando uma forma diferente e mágica de convivência. Ouvi uma coisa linda ao sair do cinema: se os casais, hoje, dedicassem um tempinho para dançar juntos, mesmo em casa – ou principalmente em casa – muitas discussões seriam poupadas. É uma espécie de conexão silenciosa, de pacto, um outro jeito de fazer amor.
Dançar é tão bom que nem precisava servir pra nada. Mas serve.
2 de julho de 2006

sábado, 26 de novembro de 2011

Por um Natal mais feliz - GAC

Por um Natal mais feliz



SOLIDARIEDADE Grupo de Apoio à Criança com Câncer (GAC) faz apelo para que parceiros doem presentes para festa de fim de ano


Mesmo com a pouca idade,eles enfrentam, todos os dias, a difícil luta contra o câncer. No entanto, quando o Natal se aproxima não é saúde o que os meninos e meninas do Grupo de Apoio à Criança Carente com Câncer (GAC) mais pedem a Papai Noel. Nas cartinhas escritas por eles, e que podem ser “adotadas” por quem quiser ajudar, bola e boneca são os itens mais desejados.
Assim como os pedidos, realizar o sonho deles é muito simples. Basta doar. Todos os anos, garotos e garotas em tratamento escrevem o que querem ganhar de Natal, geralmente roupas e brinquedos. Então, o GAC disponibiliza os desejos para voluntários, que podem concretizar os sonhos. Os presentes são entregues na tradicional festa natalina que a entidade promove desde que foi fundada, em 1997.
No evento, que este ano acontece no dia 21 de dezembro, as crianças se divertem com recreadores, familiares e Papai e Mamãe Noel. É um momento para esquecer as fragilidades causadas pela doença e celebrar a vida.


Segundo a coordenadora da instituição Etiene Brito, o Natal, depois do Dia das Crianças, é uma das datas mais esperadas pelos pacientes, a maioria carente e vinda do interior do Estado. “É muito bom ver os olhinhos deles brilhando quando abrem os presentes.” Este ano, o GAC espera receber no festejo cerca de 150 meninos e meninas, mas na organização são atendidas todos o meses quase 1.500 crianças.
A ajuda de parceiros é fundamental para a realização da festa, que sem donativos pode não acontecer. A confraternização também é importante na recuperação dos meninos. “É um momento para estar junto, olhar mais para o outro. Precisamos sempre de doações”, afirma a coordenadora.


Manter o evento, que gera tanta alegria, depende da solidariedade das pessoas e ajudar é fácil. Várias cartas já foram escritas pelas crianças e estão disponíveis no GAC a quem desejar e puder “adotá-Las”. Presentes também podem ser deixados sem destinatário determinado. Eles serão entregues aos pacientes que não tiveram condições de fazer a cartinha.
Outra forma de participar é comparecer no dia da festa, já que, segundo Etiene, um dos objetivos da celebração é a “inserção das crianças no meio social”. A troca é mútua, ela acredita. “A doação também é de amor e ao fazê-la é possível sentir a alma mais quentinha”.


O Grupo de Apoio à Criança Carente com Câncer funciona no sétimo andar do Hospital Oswaldo Cruz, em Santo Amaro, área central do Recife. Mais informações: 3423-7633.

Fonte: Jornal do Commercio - 20 de novembro de 2011